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Destaque

COMO USAR AS CAMISETAS MASCULINAS

Por: Mara Fabrícia, Design de Moda

Nos últimos tempos, vemos cada vez mais mulheres abrindo suas mentes e viajando nas possibilidades das araras masculinas! Isso ocorre porque muitas digital influencers estão posando com camisetas dos meninos, em diversos estilos!

Apesar de muitas mulheres já usarem essa peça indiscriminadamente, o tabu, quando falamos nisso, ainda é grande. Muitas pessoas ainda valorizam muito as roupas que marcam o corpo, de forma que a mulher que abre mão dessa característica é vista como “sem graça” ou “desleixada”.

Esse preconceito, aos poucos, está ficando para trás. Isso porque, as camisetas e camisas masculinas estão dando a possibilidade de vermos looks cada vez mais divertidos, diferentes e, até mesmo, sexy! Tudo depende da criatividade de quem usa e do quão disposta você está para abrir sua mente e largar mão do que os outros irão pensar sobre você!

Então, para inspirar sua imaginação, trouxemos algumas fotos para que você possa se sentir mais à vontade com esse estilo e, a partir deles, criar looks com a sua identidade. O que é fundamental!

Nestes looks vemos a forma mais clássica de usar as camisetas. Invista em um ou dois tamanhos maiores do que o seu para que a peça fique comprida e folgada, por baixo uma saia ou short. Abuse dos acessórios.

Também é possível usar por dentro de saias, shorts e calças. As camisas com mangas ficam ótimas se usadas como sobreposição. Não tenha medo de ousar!

 Para quem está ainda não usou nenhuma peça masculina, uma boa opção é usar de formas mais clássicas, até mesmo no trabalho.

E, finalmente, para as mais ousadas, que tal sair da zona de conforto misturando estampas e peças com estilo? Nossa imaginação não tem limites, nós é que a limitamos, vamos lá!

Pra Inspirar…

Há algum tempo, uma nova tendência em termos de moradia começou a surgir. Ao invés de mansões estilosas ou casas com um design inovador, a onda agora são as mini-casas, construídas pelos próprios moradores. Essa blogueira colocou as mãos na massa para tirar sua ideia de casa do papel – e hoje compartilha a planta […]

via Blogueira DIY constrói ‘mini casa’ e disponibiliza a planta de graça para qualquer um que queira reproduzir a façanha — VIVIMETALIUN

Style Street Military

Olá meus amores, Tudo bem com vocês? Para quem esteve nos acompanhando esta semana no instagram postamos diversas fotografias relacionadas ao nosso ensaio estilo militar, O Léo fez o primeiro post falando sobre a cor Kale que vai estar em alta durante o outono/ inverno 2017 (Style Street Military – Kale 2017). Devido alguns comentários […]

via Style Street Military – Conceito — Stylist Online

Nicoll Blue: a cor queridinha do momento

Fonte: Nicoll Blue: a cor queridinha do momento

Olá meus amores!

Eu sei que já faz algum tempinho que eu não dou as caras aqui no blog e eu tenho uma justificativa para isso: bloqueio criativo. Todo mundo que escreve já passou por um momento assim e eu passei pelo meu, mas prometo ir retornando com os posts aos poucos e peço que me desculpem. Enfim, chega de falar de mim e vamos falar da Pantone que durante a semana de moda em Londres,  lançou uma nova cor em homenagem ao estilista britânico Richard Nicoll que faleceu em Outubro do ano passado e o nome da cor? Nicoll Blue.

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(Foto: UseFashion Blog)

Essa cor foi escolhida pelos amigos mais próximos do estilista e olha… não podia ser outra já que Nicoll apresentou o azul em diversas coleções que apresentou em Londres. Ah, e as homenagens não param por aí, a entrada principal do Store Studios que é a sede oficial da London Fashion Week irá ser colorida com a Nicoll Blue, antes do desfile da Central Saint Martins MA, que ocorreu no dia 13/02 houve um minuto de silêncio em consideração ao estilista e foi feito um vídeo inspirado na cor.

A cor Nicoll Blue já é a queridinha do momento e não é para menos, né? Essa cor tem uma pegada clássica, elegante e sofisticada, digamos que ela é a versão mais escura do tom Azul Serenity, que foi considera uma das cores do ano de 2016. E falando em cor do ano, a cor de 2017 já foi definida que é a Greenery, porém depois do lançamento da Nicoll Blue é ela quem promete arrasar nas próximas temporadas, se cuida Greenery.

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(Fotos: Pinterest, Uol e Unique Fashion Closet)

E para quem gostaria de colocar um pouquinho mais de cor no look, mas estava com medo de investir em um Pink Yarrow (uma das cores que compõe a cartela de cores 2017), o Nicoll Blue é uma ótima opção, afinal… ele é leve e não vai pesar tanto nas produções. Além de clássica, elegante e sofisticada, esse tom tem um toque meio vintage e eu já imaginei essa cor em uma saia de couro sendo usada pela modelo Twiggy nos anos 70 com uma botinha branca para um editorial rsrs.

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(Foto: Victória Sayão)

Então meus amores, é isso. Eu confesso que fiquei apaixonada nesse tom, ele transmite uma calma e eu mal posso esperar para incrementá-lo em minhas produções, ah… e você também, em? Quero ver todo mundo se jogando no Nicoll Blue. E para quem não acompanhou a cartela de cores que foi escolhida pela Pantone no início desse ano, basta clicar aqui que você já fica a par das tendências. Para finalizarmos quero novamente me desculpar pelo meu sumiço. Espero que gostem do post ♥♥♥


Referência de texto:

http://vogue.globo.com/, http://blog.usefashion.com/

Texto: Gabriela Furquim

MODA SEM GÊNERO

A moda sem gênero ou genderlessconsiste na confecção e utilização de vestuários destinados a ambos os sexos. A partir dessa tendência surgiram os grupos fashionistas que buscaram quebrar estereótipos. A pioneira nessas “águas” foi Coco Chanel, quando em meados dos anos de 1920, fascinada com o estilo prático e confortável do visual dos homens, pinçou peças do guarda-roupa masculino.

Um dos principais pilares da moda genderlessé a liberdade de escolha, de forma que se respeitem os sentimentos e vontades do indivíduo em relação à utilização de seu corpo. Porém, é importante ousar e, assim, se comportar fora das normas que regem o ambiente em que se está inserido, livrando-se das amarras da sociedade tradicional.

Expondo de forma simplista a questão de gênero na moda, questiona-se a imposição de formas, modelagens, cores e estruturas para os sexos. Quais características biológicas definem que só pessoas do sexo feminino podem usar saias? Nenhuma! O desafio de se fazer uma moda sem gêneros é se desprender da ideia de que as coisas têm que ser dividas e categorizadas. A ideia do homem de saia é assustadora para muitos, porque mostra a realidade de que vivemos em um mundo que, desde sempre,segmentoutudo em sua volta, inclusive os gêneros. Meninos ficam com carros e meninas com bonecas, meninos veste azul e meninas vestem rosa. Por quê?

Esse debate de modagenderless está ascensão faz algum tempo, com grande destaque em uma coleção da marca Louis Vuitton,que trouxe Jaden Smith, usando peças que foram desfiladas por mulheres na passarela.Assim, quando perguntado sobre assunto esclareceu: “Eu não visto roupas de mulher, eu visto roupas”.

Por fim, devemos parar de dividir roupas em seções. Uma roupa é uma roupa. Não existe camiseta masculina ou feminina, existe camiseta. Mas, ainda assim, a moda sem gênero atenta ao fato de que a mesma calça tem que ter modelagens adequadas para tipos de corpos diferentes. Pensando assim, é certo que um homem ou uma mulher devem ter a possibilidade de comprar a mesma peça e ela ficar legal em ambos. O que define seu gosto é você mesmo, não a sociedade que te observa.

Imagem: radhourani.com

Texto adaptado de Jorge Feliciano, Design de Moda, FFB.

TUDO DE PALETES

 

Por Angélica Amaro, Igor Xavier, Jefferson Renan e Willian Amorim

Da necessidade de reorganizar a sua vida e a sua casa, surgiu a Tudo de Paletes. Uma marca sustentável, que tem como principal matéria prima o pinus, tipo de madeira utilizada na fabricação dos paletes. Lá, todas as peças são produzidas artesanalmente e, além disso, levam assinatura e o design de Waldênia Caracas, proprietária e idealizadora do empreendimento.

Fomos conhecer de perto o ateliê de onde saem todas as peças produzidas pela Tudo de Paletes e, depois de um bate-papo super agradável, preparamos esta entrevista especial para você:

Fashion Haus – Qual a importância da sustentabilidade para o seu negócio e como você vê o mercado no futuro?

Waldênia Caracas – Quando eu era coordenadora comercial, sempre que eu passava em locais onde tinham restos de matérias eu pensava:esse material nas mãos de quem sabe fazer deve valer de mais, só que, de fato, nunca pensei em ter um ateliê com essa cultura sustentável. Tudo surgiu com uns meses de folga do trabalho,quando resolvi consertar tudo que estava precisando na minha casa, gastando bem pouco. Foi quando, na BR, encontrei uma pilha de paletes se estragando. Aí, com essas peças, nasceu a Tudo de Paletes. Essa é a importância da Tudo de Paletes entregar para as pessoas algo que elas não pensavam que poderia ser feito. Esse é meu maior pagamento. É a frase que eu sempre escuto: nossa ficou melhor do que eu imaginava! Tudo é possível quando se coloca amor naquilo que se faz.

FH – Você hoje possui um canal no Youtube, onde ensina a produzir algumas das peças. De forma que o seu nome está se transformando em uma marca também. Como você concilia com a Tudo de Paletes?

WC – O meu nome surgiu por alguns clientes não gostarem de alguns defeitos que os paletes possuem. Então, eu comecei a desenvolver peças com outro tipo de matéria-prima, o pinus, mas o conceito continua o mesmo. É uma marca que me identifico muito e, por conta disso, todas as peças saem com essa assinatura. E, só não usamos paletes quando, de fato, não tem como reaproveitar.

FH – A Tudo de Paletes trabalha, quase exclusivamente, de forma artesanal. Como ocorre o início do processo de produção de uma peça?

WC – Primeiro de tudo, nós tentamos entender as necessidades dos clientes e como ele quer que aquela peça interaja na sua casa. E, tentamos adequar esse desejo ao design do produto. Tamanhos, medidas e imagens de referências são fundamentais, para entender o que o cliente de fato quer.

FH – Falando de business, como ocorre a interação com os clientes? E quanto à venda dos produtos, na maioria das vezes, acontece de qual forma?

WC – Quando iniciei o processo de produção, eu sempre quis fazer peças como se estivesse fazendo para o meu próprio uso, então sempre selecionei as melhores matérias primas e essa qualidade é percebida pelo meu consumidor, que, em sua grande maioria, conhece a marca ou através das redes sociais ou pelo boca-a-boca de outros clientes. Então, eu tenho um processo de pós-venda muito bom! Grande parte dos meus clientes retorna para encomendar novas peças.

FH – Quando você cria uma peça, de onde você tira inspiração?

WC – De fato, eu nunca tive um guru ou alguém que eu quisesse seguir à risca. Eu costumo dizer que, no momento que eu abro meu ateliê e começo a produzir, a inspiração vem. Deus me manda uma luz e começo a produzir. Acho que podemos ser os chineses, que não criam nada, apenas aperfeiçoam as coisas. Eu gosto de aprimorar o que já existe, mas gosto também de criar o que ninguém ainda pensou.

FH – Por ser um trabalho manual, o que você faz quando há algum erro no processo de produção?

WC – De fato, quando ocorre, nós deixamos a peça ou a madeira em si reservada, pois

usaremos em um próximo projeto. Não há desperdício dessa madeira.

FH – Tendo em vista a durabilidade do seu produto, qualidade que é reconhecida pelos clientes; como você considera o mercado de móveis planejados? Você acredita que é um concorrente direto ou que é um outro segmento de mercado?

WC – Partindo do MDF, que é sua principal matéria prima, de fato, ainda é muito forte no mercado, mas o meu público, talvez, seja o mesmo, só que com uma outra pegada. No início, trabalhávamos apenas com móveis em miniatura e a procura foi crescendo. Hoje, já montamos cozinhas completas. Bom, eu não os considero concorrentes, nem as pessoas que trabalham com paletes nem com planejados; pois você, desenvolvendo um bom trabalho, de qualidade, conseguirá atingir seu público.

FH – Você já recebeu encomendas de pessoas que tinham boa parte dos ambientes da casa decorados com móveis planejados?

WC – Sim, houve um caso em que uma cliente solicitou uma adega e, dessa adega, eu fui mobiliando todo o apartamento, substituindo os móveis planejados, que estavam novos. E, no final, a cliente me falou que mudou tudo, pois não tinha noção de como algo sustentável pudesse ficar tão bonito.

FH – Como funciona a sua integração e a parceria com outros designers e arquitetos? E, como ambas as marca saem ganhando com essas parcerias?

WC – A grande dificuldade em fazer parcerias está no fato da terceirização do meu trabalho. E, como eu já estou construindo e criando uma identidade para minha marca, não se torna viável vender uma peça se não levar a minha assinatura. Tem que haver a valorização de todas as partes envolvidas, da concepção do projeto pelo arquiteto à finalização do produto pronto, produzido no meu ateliê.

FH – Como a sua qualidade de vida mudou com o novo trabalho?

WC – De fato, eu sempre trabalhei muito, mas nunca tive tempo para mim mesma. Mas, quanto mais se ganha, mais se gasta e isso está diretamente ligado à qualidade de vida. Trabalhar com o que se ama, de fato, faz muito bem. Encaro o trabalho como diversão.

#TudoDePaletes – Chegou a hora de você dá aquela incrementada com seu jeitinho,

super no estilo, peças únicas e exclusivas, feitas por encomendas!!!

FACEBOOK DA MARCA

 

POR QUE ESCOLHI DESIGN DE INTERIORES!

Tem coisa na vida que parece que nos chama e insiste até a gente atender, né? Normalmente são desejos que tentamos adiar ou até mesmo deixar pra lá porque a vida nos cobra outras coisas. Só tenho uma coisa a dizer: não adianta tentar fugir, porque não funciona.

 

E comigo foi exatamente isso.

 

Desde criança eu via minha mãe, Eleni Lopes (faço questão de dizer seu nome, porque, se depender de mim, ela ainda vai ser uma grande decoradora profissional), tentando deixar nossa casa, que na época não era lá essas coisas, o mais bonita possível, bem a nossa cara, e ela fazia isso com uma verba reduzida. Ela sempre teve essa preocupação e prazer de deixar a sua casa harmoniosa e acolhedora por meio da decoração, e, diga-se de passagem, ela fazia e ainda faz isso com muito bom gosto. Ela é a decoradora da família e dos amigos, tanto de casa, como de festas.

 

Certamente isso me influenciou de alguma forma, ou de muitas formas. Até hoje ela ainda é minha maior referência quando se trata de decoração. Ela consegue fazer com pouco o que muitas pessoas não conseguem fazer com muito.

 

Agora vamos a mim.

 

Quando chegou minha hora de ir atrás de um curso superior, com toda a minha carga de influências da mamãe, pensei logo em Arquitetura, e, como plano B, Letras – Inglês, porque sempre gostei muito de línguas também.

 

Mas eu, pessoa de Humanas, fiquei com um pé atrás com a Arquitetura, por conta da sua alta concorrência e grande abrangência, quando eu queria algo mais objetivo e próximo a decoração e design mobiliário. Foi quando passei na Uece, para Letras – Inglês, que era minha segunda opção. Pouco antes disso, descobri que existia o curso de Design de Interiores, e logo pensei: “É isso que eu quero!”. Mas como eu já tinha passado na Uece, e, por ser uma universidade pública, aproveitei a oportunidade. Até porque Design de Interiores era algo ainda novo em Fortaleza, e, como hoje em dia, só há em faculdades particulares. Fui para Letras, mas o Design de Interiores não me deixou em paz.

 

Eu ia para as aulas, principalmente as de Literatura, que me davam mais inspiração, e ficava desenhando móveis e ambientes enquanto escutava os professores falando (perdão, Cândido e Humberto, teachers queridos, de verdade, ou não). Meus amigos me diziam sempre: “Você está no curso errado, não devia estar na Letras.” E isso foi bem incentivador (um obrigado especial para meus coleguinhas de Uece). Menções honrosas também ao meu noivo, que me ajudou a tomar coragem e decidir seguir com minha decisão de buscar o que eu queria, e ele continua me apoiando e dando forças até agora.

 

Até que 4 anos depois, o Farias Brito me contratou como revisora de textos (minha atual profissão), e me deu uma ótima oportunidade de finalmente atender ao chamado do Design de Interiores, essa coisa “maravilinda”. Atualmente sou bolsista da FFB, e não me arrependo de ter seguido o meu desejo de meter as caras em uma nova área, que eu sempre quis, na verdade. Mas meu obrigado maior ainda é para minha mãe, Eleni Lopes, que me inspirou a buscar por isso.

 

E essas somos nós, eu e mamãe. E vocês ainda vão ver bastante nossos nomes por aí 😀

Por Alexsandra Lopes, estudante de Design de Interiores.

Movimento Slow-Fashion

Fonte: Movimento Slow-Fashion

MOVIMENTO SLOW-FASHION

Olá meus amores!

No post de hoje eu vou falar sobre o slow, um conceito que já estava presente na decoração como Slow Living e que agora conquistou um espaço na moda e é conhecido como Slow Fashion, ah… e olha aí uma prova de que moda e decoração compartilham tendências.

Para começo de conversa, tudo começou com o Slow-Food que significa “comida lenta”, esse movimento foi criado por Carlo Petrini em 1986 e tem como objetivo incentivar as pessoas a comerem alimentos mais devagar, assim saboreando e apreciando a comida. Em seguida, surgiu o Slow Living que significa “viver com calma” e tem como objetivo proporcionar as pessoas um ambiente mais tranquilo, equilibrado e sustentável, e também incentivá-las a comprar apenas o necessário. Por fim, temos o Slow-Fashion que vocês vão conhecer agora.

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(Foto: Acorda Bonita)

O Slow-Fashion foi criado pela inglesa Kate Fletcher, uma consultora e professora de design sustentável. Bom, sabe quando você vai em uma loja baratinha e saí de lá com um monte de “brusinhas” apenas por estarem com um preço bom ou quando você vai e compra aquelas “tendências” só porque todo mundo está usando? Então, esse consumo em massa é conhecido como Fast-Fashion e diferente dele o Slow-Fashion tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre o que elas consomem, valorizar as peças feitas, peças atemporais e de boa qualidade.

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(Foto: Santa Boca)

Em qualquer área o slow tem como objetivo a conscientização e eu confesso que acho muito interessante esse conceito. Enfim, eu já falei isso em vários posts e vou falar aqui de novo porque é uma das principais características do Slow-Fashion que é prezar por qualidade, nada de ir nas lojinhas e comprar um monte de roupas que estão por um preço bom porque isso é um ciclo onde você compra → não dura → descarta e isso vai se repetindo e acaba gerando impactos negativos no meio ambiente. Então a ideia do movimento é ser sustentável, economizar e investir em peças que você sabe que vai durar o resto da sua vida. Algumas outras características do movimento Slow-Fashion são:

  1. VISÃO: O nosso consumo afeta o meio ambiente;
  2. PRODUÇÃO CONSCIENTE: Com o movimento Slow-Fashion a produção será mais lenta e saudável e não desenfreada;
  3. DIVERSIDADE: Valorizar do design local, brechós, peças vintages, materiais reciclados, aluguel e troca de roupas;
  4. QUALIDADE: Valorizar as peças clássicas atemporais e de boa qualidade.

Ah… e se você está achando que Slow-Fashion é coisa de gringo, você está muito enganado(a). Algumas marcas que apostaram nesse movimento foram: Babsie, Doisélles, Gioconda Clothing, Karmen  e Anas.

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(Foto: Jornalismo Ambiental)

Então meus amores, é isso. Me diz aí nos comentários se você apoia esse conceito. Espero que gostem ♥♥♥